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terça-feira, 14 de julho de 2020

O candeeiro se apagou? A universidade brasileira sob fogo cruzado


O candeeiro se apagou? A universidade brasileira sob fogo cruzado
Antônio Fernando de Araújo Sá


Resumo

A revista Candeeiro, da Seção Sindical dos Docentes, da Universidade Federal de Sergipe, ao longo do seu período de existência entre 1998 e 2016, desempenhou relevante papel de discussão na comunidade universitária sobre as lutas pela democratização da universidade pública no Brasil. A pluralidade das contribuições dos articulistas revela as disputas políticas e impasses institucionais no enfrentamento às políticas educacionais de corte neoliberal. Apesar de serem publicadas por um “sindicato de intelectuais”, as revistas sindicais docentes não têm tido a devida atenção no campo da história da educação no Brasil, sendo mesmo preteridas. Esse artigo tem por objetivo analisar as implicações da reforma do Estado, de matriz neoliberal no Brasil e na América Latina, tomando como corpus os 22 números publicados pela revista, num recorte dos desdobramentos dessa reforma nas instituições de ensino superior.


Acesso:https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/9863

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

ARTIGO SOBRE SARGENTO GETÚLIO, DE JOÃO UBALDO RIBEIRO

Do sertão ao mar: o sertão como travessia em João Ubaldo Ribeiro

Antonio Fernando de Araújo Sá

Resumo


Em diálogo com a tradição intelectual que remonta a Euclides da Cunha e João Guimarães Rosa, o romance Sargento Getúlio (1971), de João Ubaldo Ribeiro, retratou o sertão sergipano como lugar de travessia. O percurso entre Paulo Afonso, na Bahia, e Barra dos Coqueiros, em Sergipe, trouxe, ao protagonista, experiências relacionadas às transformações sociais e políticas ocasionadas pelos conflitos entre a tradição e a modernização. Transformado em espécie de anti-herói, pautado pela virtude (areté), o Sargento Getúlio atravessou as brenhas do sertão tensionado entre o apelo pelo enraizamento e a tentação da errância, revelando os sentimentos e emoções de pessoas ordinárias embrutecidas pelo sistema político dominante.

Palavras-chave


Literatura brasileira; sertão; João Ubaldo Ribeiro; História de Sergipe

Texto completo:


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

História e literatura no sertão de Lúcio Cardoso por Antonio Fernando de Araújo Sá

História e literatura no sertão de Lúcio Cardoso

Antonio Fernando de Araújo Sá

Resumo


O romance Maleita (1934), de Lúcio Cardoso, reconstrói as origens de Pirapora, cidade mineira do médio São Francisco, no final do século XIX, entrelaçando memória, história e literatura. A representação do sertão aparece como o espaço do outro, na qual a cidade é definida como restos de quilombos e tabas indígenas pelo engenheiro, legitimando o discurso do progresso e da civilização. Contraditoriamente, os personagens negros do romance, como João Randulfo, apesar de serem tratados como místicos, irracionais e violentos, revelam o caráter inconcluso do projeto de integração dos sertões à nação.

Palavras-chave


Literatura Brasileira. Lúcio Cardoso. Sertão. Rio São Francisco. Representação do Negro. Civilização

http://www.revistas2.uepg.br/index.php/rhr/article/view/7660/4713

terça-feira, 2 de novembro de 2010

SERTÃO DO CONSELHEIRO

http://revistas.javeriana.edu.co/index.php/memoysociedad/article/view/8117

O CANGAÇO NA HISTÓRIA EM QUADRINHOS

http://lacua.au.dk/fileadmin/www.lacua.au.dk/publications/8_di__logos_latinamericanos/cangaco.pdf

CANUDOS PLURAL

http://www.artcultura.inhis.ufu.br/PDF17/A_Sa_17.pdf

Os movimentos sociais nas batalhas da memória de Canudos (1993-1997)

http://www.ncsu.edu/project/acontracorriente/fall_08/fernando_de_ara.pdf

O CANGAÇO NA LITERATURA DE FRANCISCO J. C. DANTAS

http://seer.ucg.br/index.php/mosaico/article/view/1836

40 ANOS DO GOLPE DE 1964: DITADURA NUNCA MAIS!

http://www.gedm.ifcs.ufrj.br/upload/textos/16.pdf

Lampião revisitado: cangaço, cinema e identidade

http://oolhodahistoria.org/n11/textos/antonioaraujo.pdf